Protocolos de Análise em Densitometria Óssea

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Artefatos e Limites do Método

Situações práticas do dia-a-dia do técnico em densitometria que podem com maior ou menor importância, produzir erros, imprecisões ou diminuição da acurácia do método.

Protocolos de Análise

    1. Considerações gerais:
      1. Ajuste do brilho e contraste
        • Posicionamento do monitor do computador em relação à origem da luz do ambiente
        • Visão frontal do monitor

 

    1. Coluna Lombar em AP

 

      1. Situações específicas, artefatos.

 

        1. Obesidade / Ascite
        2. A área através da qual os fótons sofrem atenuação ( volume corporal) exerce um importante papel na leitura obtida
        3. Tanto a bmc quanto a área sofrem interferências diretas podendo ocorrer falsa elevação da bmd
        4. Exames em obesos superior à 120 kg devem ser encarados de precisão e acurácia reduzidos
        5. Ascíticos de grande porte devem ter o exame adiado para um momento posterior à punção e drenagem.
        6. Posicionamentos
        7. Mau Posicionamento

Posicionamento inadequado é, freqüentemente, uma das maiores causas de erro de precisão e acurácia da densitometria

    1. Posicionamento adequado

Importante verificar os diferentes resultados:
4% de diferença entre os dois resultados

 

    1. Mal Posicionamento ou Escoliose ?
    2. Na tentativa de se obter um posicionamento ideal, deve-se observar com cuidado quando este posicionamento é possível ou não.
    3. Freqüentemente escolióticos são sacrificados na mesa de exame tentativa de se obter um exímio alinhamento. Duas coisas então podem ocorrer:
    4. 1º - conseguirmos um falso alinhamento que não será reproduzido numa futura oportunidade
    5. 2º - esgotarmos a paciência do paciente, sem que o objetivo seja alcançado

Escolioses estruturadas exibem padrão rotacional dos corpos vertebrais, o que permite facilmente distinguir entre mal posicionamento e escoliose

    1. Distribuição desordenada da Massa Óssea
    2. Um profissional atento que existem situações, que uma ou mais vértebras apresentam um padrão de distribuição densitométrica diferente do segmento como um todo.
    3. Nestes casos não devemos incluir a vértebra comprometida na avaliação conclusiva do exame.
    4. Chamar a atenção do médico deste fato
    5. A conclusão etilogia da alteração não teremos, mas alertaremos e seremos uma elo importante de sua descoberta

Alterações na distribuição da imagem Densitométrica

    1. Limites bem definidos e inclusão adequada de todo o segmento
    2. Uma aquisição densitométrica insuficiente pode determinar uma dificuldade no momento de determinarmos que segmentos vertebrais estamos vendo.
    3. Em geral a visualização clara dos rebordos superiores dos ilíacos, boa porção ou mesmo toda l5 e do último par de costelas e t12 nos permitirá determinarmos com clareza todas as regiões de interesse sem erros.
    4. A precisão, acurácia e reprodutibilidade do método dependem destas determinações.

Limites bem definidos e inclusão adequada de todo o segmento

    1. Quantidade simétrica de tecido mole bilateralmente ao segmento vertebral
    2. É importante a obtenção de quantidade simétricas de tecidos moles em ambos os lados do segmento vertebral
    3. Quando obtemos diferenças entre as quantidades de tecido mole entre dos dois lados da coluna podemos introduzir um erro neste cálculo e, portanto, a detecção de contornos poderá ser prejudicada.

Assimétria de tecido mole bilateralmente ao segmento vertebral

  1. Presença de contraste e artefatos
  2. A presença de elementos de densidade elevada incluídos em áreas de tecido mole, utilizadas pelo método para calcular o "BASELINE" pode determinar imprecisões e inacuracidades.
  3. Deve-se recomendar um intervalo de 3 à 5 dias após exames contrastados.