04 - PROTOCOLOS DE ANÁLISE EM DENSITOMETRIA ÓSSEA |
Artefatos e Limites do Método
Situações práticas do dia-a-dia do técnico em densitometria que podem com maior ou menor importância, produzir erros, imprecisões ou diminuição da acurácia do método.
Protocolos de Análise
- Considerações gerais:
- Ajuste do brilho e contraste
- Posicionamento do monitor do computador em relação à origem da luz do ambiente
- Visão frontal do monitor

- Coluna Lombar em AP
- Situações específicas, artefatos.
- Obesidade / Ascite
- A área através da qual os fótons sofrem atenuação ( volume corporal) exerce um importante papel na leitura obtida
- Tanto a bmc quanto a área sofrem interferências diretas podendo ocorrer falsa elevação da bmd
- Exames em obesos superior à 120 kg devem ser encarados de precisão e acurácia reduzidos
- Ascíticos de grande porte devem ter o exame adiado para um momento posterior à punção e drenagem.
- Posicionamentos
- Mau Posicionamento
Posicionamento inadequado é, freqüentemente, uma das maiores causas de erro de precisão e acurácia da densitometria

- Posicionamento adequado
Importante verificar os diferentes resultados:
4% de diferença entre os dois resultados

- Mal Posicionamento ou Escoliose ?
- Na tentativa de se obter um posicionamento ideal, deve-se observar com cuidado quando este posicionamento é possível ou não.
- Freqüentemente escolióticos são sacrificados na mesa de exame tentativa de se obter um exímio alinhamento. Duas coisas então podem ocorrer:
- 1º - conseguirmos um falso alinhamento que não será reproduzido numa futura oportunidade
- 2º - esgotarmos a paciência do paciente, sem que o objetivo seja alcançado
Escolioses estruturadas exibem padrão rotacional dos corpos vertebrais, o que permite facilmente distinguir entre mal posicionamento e escoliose

- Distribuição desordenada da Massa Óssea
- Um profissional atento que existem situações, que uma ou mais vértebras apresentam um padrão de distribuição densitométrica diferente do segmento como um todo.
- Nestes casos não devemos incluir a vértebra comprometida na avaliação conclusiva do exame.
- Chamar a atenção do médico deste fato
- A conclusão etilogia da alteração não teremos, mas alertaremos e seremos uma elo importante de sua descoberta
Alterações na distribuição da imagem Densitométrica



- Limites bem definidos e inclusão adequada de todo o segmento
- Uma aquisição densitométrica insuficiente pode determinar uma dificuldade no momento de determinarmos que segmentos vertebrais estamos vendo.
- Em geral a visualização clara dos rebordos superiores dos ilíacos, boa porção ou mesmo toda l5 e do último par de costelas e t12 nos permitirá determinarmos com clareza todas as regiões de interesse sem erros.
- A precisão, acurácia e reprodutibilidade do método dependem destas determinações.
Limites bem definidos e inclusão adequada de todo o segmento

- Quantidade simétrica de tecido mole bilateralmente ao segmento vertebral
- É importante a obtenção de quantidade simétricas de tecidos moles em ambos os lados do segmento vertebral
- Quando obtemos diferenças entre as quantidades de tecido mole entre dos dois lados da coluna podemos introduzir um erro neste cálculo e, portanto, a detecção de contornos poderá ser prejudicada.
Assimétria de tecido mole bilateralmente ao segmento vertebral
- Presença de contraste e artefatos
- A presença de elementos de densidade elevada incluídos em áreas de tecido mole, utilizadas pelo método para calcular o "BASELINE" pode determinar imprecisões e inacuracidades.
- Deve-se recomendar um intervalo de 3 à 5 dias após exames contrastados.











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